O peito começa a chiar, a respiração fica curta, surge uma tosse seca persistente e, de repente, vem aquela sensação sufocante de que o ar simplesmente não entra. Quem convive com a asma — ou tem um filho asmático — sabe o quanto a rotina pode ser imprevisível e assustadora, vivendo refém de mudanças de tempo, poeira e do uso constante de bombinhas de resgate.